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  • Foto do escritorGrupo Salineira

Setransol traz novo olhar sobre a mobilidade urbana nas regiões atendidas


Nos últimos anos, a sociedade tem enfrentado intensas transformações que provocam necessidades de atualização e atendimento às exigências dos novos padrões de deslocamentos da população nas regiões atendidas pelas empresas filiadas ao Setransol – Sindicato das Empresas de Transporte da Costa do Sol e Região Serrana. Inspirados pelas recentes e profundas mudanças na Federação de Mobilidade do Estado do Rio de Janeiro (Semove), o Setransol promoveu na manhã desta segunda-feira (20), um encontro entre representantes das empresas associadas e agentes públicos para apresentar os novos valores da entidade por meio do Guia de Governança, cuja construção foi coordenada pelo consultor Sérgio Avelleda. O principal desafio das empresas de ônibus e da Semove é manter uma relação republicana com o poder público, trazendo ao debate novas fontes de custeio como subsídios públicos para que os clientes que dependem dos serviços de transporte sejam favorecidos e atendidos em suas necessidades, pontua Avelleda que é sócio-fundador da Urucuia – Inteligência em Mobilidade Urbana e coordenador do Núcleo de Mobilidade Urbana no Laboratório de Cidades do Insper Arq. Futuro. Ele também afirma que o desafio da mobilidade urbana não é restrito ao Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil, pois a maioria dos municípios ainda não enxergam a mobilidade urbana como algo essencial para o funcionamento de toda a sociedade.


Guia de Governança


O Setransol se junta à Semove nesta fase de ressignificação do transporte coletivo de passageiros no Rio de Janeiro por meio de um programa de governança, de análise, de compliance, conformidade e integridade de todos os processos. O Guia de Governança foi elaborado para nortear os trabalhos das empresas de ônibus, atualizando-os com foco na ética e na transparência das relações com o poder público.

O principal desafio das empresas de mobilidade urbana no Brasil é o modelo de financiamento do sistema, amparado na maioria das cidades brasileiras nos clientes pagantes que arcam quase que integralmente com todo o custo do sistema - destaca Avelleda.

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